Segundo o que apurou a VTM, a agressão terá ocorrido durante a madrugada, perto das duas horas do dia 12 de setembro, numa altura em que aquele serviço não teria muita afluência. A mesma fonte, confirmou à VTM que as agressões não são frequentes dentro da unidade hospitalar, nem existe um clima geral de insegurança, contradizendo a denúncia que foi enviada para a redação.
De acordo com essa comunicação, “é importante dar visibilidade a este tipo de situações, não só pela gravidade desta agressão, mas também pelas condições em que muitos profissionais desempenham diariamente as suas funções, frequentemente em ambientes de grande tensão e sujeitos a situações de violência”.
Respondendo ao pedido de esclarecimento da VTM, a ULSTMAD confirma a agressão, explicando que “o profissional foi prontamente assistido pela equipa do Serviço de Urgência, tendo apenas sofrido ferimentos ligeiros”. Já na primeira denúncia, é descrito que o segurança foi “violentamente agredido” e “atingido com murros e pontapés”, tendo este ficado “inanimado no chão”.
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