Antes, decorreram ações sobre gestão e regeneração do solo, nomeadamente os fenómenos de lixiviação e erosão pós-incêndios, os declives e identificação de curvas de nível, as técnicas de retenção de água aplicadas ao terreno e a planificação do processo de reflorestação, que está agora a ser implementado.
Marcelo Miranda, biólogo do projeto Condal, explicou à VTM que estão a decorrer ações de sensibilização junto da comunidade, tentar reflorestar uma área que ficou ardida com espécies autóctones. “Estamos a tentar promover um ecossistema mais biodiverso, porque já se sabe que a biodiversidade é um dos fatores que fornece mais resistência às florestas em todos os níveis, inclusive contra os incêndios”.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar





You must be logged in to post a comment.