Em Montes, o dia foi dedicado a estar com as pessoas, numa aldeia onde moram apenas três habitantes ao longo do ano. No entanto, o foco principal do projeto centrou-se na aldeia de Mascoselo, onde os elementos da equipa se instalaram e participaram nas tarefas e rotinas dos seus habitantes.
Numa aldeia em que a população total não chegava aos 20 habitantes, uma população maioritariamente idosa, ex-emigrantes e que têm regressado à sua terra natal nos últimos anos, a desconfiança inicial fez-se sentir, mas rapidamente nos acolheram como parte da aldeia.
As atividades foram muitas, como a dinamização de uma noite de cinema ao ar livre, um almoço de pizza para toda a comunidade, houve ainda uma missa na capela antiga e abandonada da aldeia, fizeram pão para cada família, limparam terrenos, andaram com as cabras a pastar, entre outras iniciativas. “O mais importante foi estar com as pessoas. Este trabalho social era necessário naquele lugar, em que passamos tempo com os moradores, em que ouvimos histórias e recordamos momentos antigos”.
A população abriu as portas das suas casas, “deram-nos o que tinham e o que não tinham e entre palavras e abraços, desfizeram-se em agradecimentos pela nossa presença”. Mas, quem tem de agradecer somos nós, porque foi uma semana extremamente gratificante, emocionante e uma despedida difícil”.
“Obrigado a cada um deles, por nos ter recebido, por ter partilhado connosco a sua história, por nos ter feito sentir em casa”.
Um agradecimento “especial” ao Município de Vila Real, à Junta e ao Agrupamento 1315 – Campeã, pela disponibilidade que sempre demonstraram ao longo do ano, pelo interesse pelo projeto e pela forma como receberam os elementos que integraram esta iniciativa. “Esperamos voltar em breve a estas aldeias e continuar a semear sorrisos pelas aldeias



