O júri foi unânime e premiou “uma forma de atuar consistente que conjuga território, paisagem e património” e que resulta numa “intervenção viva e uma aposta de futuro”.
Desenvolvido sob a égide da Direção Regional de Cultura do Norte e sob gestão direta e de proximidade do Museu de Lamego, o Vale do Varosa foi o eleito entre os oito finalistas que se apresentaram em Espanha.
O júri, presidido pela norte-americana Martha Thorne, reconheceu que o Vale do Varosa como um projeto que potencia as parcerias público-privadas, através do mecenato, assim como um exemplo de “intervenção correta, historicamente sensível, num contexto social definido”, que faz emergir na região do Douro, Património da Humanidade, a herança cultural, artística
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