Na Guarda, o primeiro ministro português destacou alguns dos benefícios previstos para os habitantes da raia, como o estatuto do trabalhador transfronteiriço, o cartão de saúde que permite ser tratado dos dois lados da fronteira ou a cooperação entre os serviços públicos, como o caso da rede 112, que responderá na emergência a quem estiver em melhores condições para o fazer.
Nuno Vaz, presidente da câmara municipal de Chaves e da AECT Eurocidade Chaves-Verín, esteve presente na cimeira ibérica que, diz, “identificou de forma desassombrada os constrangimentos e as dificuldades” das regiões transfronteiriças, que, entende, serem “diferentes de todas as outras que existem na Europa”, onde os “problemas críticos da economia e da demografia” foram assumidos.
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