Sempre quis ser militar da GNR?
Sempre quis ser militar e cumprir o serviço militar obrigatório. No entanto, na juventude, não imaginava que houvesse carreiras militares. Pensava que as pessoas iam fazer o serviço militar obrigatório e a missão estava cumprida. Depois fiquei a saber que havia a possibilidade de se fazer carreira militar, assim como na guarda, onde tive a oportunidade de ir a concursos diretamente e assim me tornei um oficial da GNR.
Não tinha ninguém na família ligado às forças de segurança?
Não. Mas acabei por influenciar o meu irmão, que veio também a seguir a carreira militar e hoje é tenente coronel do Exército.
Tomou posse como comandante da GNR de Vila Real em abril de 2018. Disse na altura que pretendia “proximidade” com a população? Acha que a GNR está hoje mais próxima das pessoas?
Sim, sem dúvida. Nós temos um serviço de policiamento comunitário, em que apostamos na prevenção, no sentido de acompanhar as pessoas em situação de maior vulnerabilidade. E fazemo-lo em todo o distrito, com órgãos em Vila Real, Chaves e Peso da Régua. Esta é uma forma de estarmos efetivamente próximos e que deve estar na missão geral que a guarda desenvolve, quer no trânsito, quer
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