Sobre a saúde mental, admite que ainda há muitos mitos associados. “Uma coisa são os malucos, outra são os doentes mentais”, afirma, salientando que “hoje, com as neurociências, sabemos que as doenças mentais não são fraqueza, não são mimo, não são falta de vontade ou motivação. Esta confusão de situações fez, muitas vezes, um órgão doente como o cérebro fosse confundido com um órgão preguiçoso, quando se não faz é porque não se consegue”.
“Quando uma pessoa sofre um AVC, por exemplo, que lhe afeta a mobilidade do braço vai fazer fisioterapia para estimular o braço e tentar voltar ao que era. No caso do cérebro é igual, ele precisa de ser exercitado e estimulado para se manter saudável”, afirma.
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