Segunda-feira, 18 de Outubro de 2021

Sector da resina em perigo

Uma das mais antigas actividades da região, a extracção de resina, pode ter os dias contados. Em causa está a falta de apoio e os incêndios que têm devastado as florestas, o que coloca em perigo este sector, onde já começa a escassear os denominados “resineiros”.

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Na região transmontana, Manuel Barrela, natural de Vilarinho (Parada do Pinhão), trabalha na resina desde os 7 anos, sendo o mais antigo resineiro em actividade. No seu estaleiro, em Arroios, trata a resina como ninguém. Depois, de fazer todo o processo, o produto é enviado para um dos maiores operadores nacionais ligados à transformação da resina, situado em Leiria. “Já os meus pais tinham esta profissão. Já trabalhei na Mata do Conde, Sanguinhedo, Senhora da Graça, Ermelo, Bilhó, Campanhó e Fervença”.

A profissão já teve mais gente, mas aos poucos foi sendo abandonada. “Não há quem queira trabalhar neste sector, todos fogem. No Verão vêm os incêndios que estragam tudo por onde passam, o que

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