Depois de um mandato de três anos à frente do Conselho Distrital de Vila Real da Ordem dos Médicos, Margarida Faria e a sua equipa conseguiram a concretização de um anseio antigo dos médicos vila-realenses: a inauguração da “Casa do Médico”.
Foi inaugurada, no dia 27, a “Casa do Médico” de Vila Real, um espaço dedicado aos cerca de 500 profissionais do Distrito Médico e que, para além de servir de “interface” com a Ordem, vai ser ainda espaço de “actividades científicas, de lazer, de encontro e de debate”.
Margarida Faria, Presidente do Distrito Médico de Vila Real, explicou que a inauguração da sede representa “a concretização de um sonho muito antigo”.
“Esta era uma aspiração já com doze anos e, quando, há três anos atrás, eu assumi a Presidência do Conselho Distrital da Ordem dos Médicos, comungava da mesma aspiração”, explicou a mesma responsável, adiantando, no entanto, que foi um projecto difícil e que exigiu o empenho de toda a sua equipa.
Com as eleições para os vários órgãos da Ordem dos Médios marcadas para o próximo dia 12, Margarida Faria que se recandidata à Presidência do Distrito Médico de Vila Real garante que a inauguração não surge com objectivos de campanha eleitoral.
“Foi um trabalho muito árduo encontrar esta sede e todas as decisões que o Conselho Distrital aqui tomou tiveram que ser aprovadas, pelo Conselho Regional do Norte, pelo seu Presidente e a sua equipa”, sendo ainda de realçar que “envolveu, também, negociações, porque foi um grande investimento, do ponto de vista financeiro”.
Apesar de a escritura da loja “ter sido feita, em Novembro de 2006”, a Presidente do Conselho Distrital da Ordem dos Médicos admite que temeu que não se conseguisse “cumprir o projecto, até ao fim do mandato”.
“Não foi propositado”, sublinha a candidata.
Para além de um balcão administrativo, onde os médicos vão poder tratar de questões burocráticas e de documentação, um processo que exigia a deslocação à Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, no Porto, a “Casa do Médico” tem ainda uma sala polivalente, com capacidade para 50 a 60 pessoas e uma sala de reuniões que receberá, por exemplo, as reuniões do Conselho Distrital “que, até aqui, não tinha instalações próprias”.
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