Ao longo destas duas décadas, afirmou-se como uma referência regional na área da saúde infantil, oferecendo respostas especializadas, integradas e centradas na criança e na sua família. O apoio diferenciador dirige-se a crianças com perturbações do neurodesenvolvimento (perturbação do espetro do Autismo, perturbação de hiperatividade e défice de atenção e dislexia, por exemplo), patologias neurológicas adquiridas, afeções do trato vocal, surdez, entre outras.
Atualmente, a SIRCULOS dispõe de dois ginásios de Integração Sensorial localizados em Chaves e Valpaços, totalmente equipados e concebidos para responder às necessidades específicas das crianças acompanhadas. Estes espaços foram desenvolvidos para apoiar crianças com dificuldades no processamento sensorial, permitindo intervenções individualizadas e diferenciadas.
Conta com uma equipa multidisciplinar, que integra profissionais de diversas áreas da saúde e do desenvolvimento infantil, incluindo pedopsiquiatria, terapia da fala, terapia ocupacional com especialização em integração sensorial, fisioterapia pediátrica, psicologia clínica e do desenvolvimento e psicologia educacional. “Cada criança é acompanhada através de um plano de intervenção personalizado, elaborado em estreita articulação entre os diferentes profissionais, garantindo uma abordagem global, coerente e adaptada às suas necessidades”, explica Sandrina Sousa, fundadora e diretora clínica. O trabalho conjunto da equipa permite intervir “de forma coordenada” nas áreas motora, sensorial, cognitiva, emocional e social, promovendo progressos consistentes e sustentados.
A SIRCULOS segue o princípio de que a “intervenção precoce e especializada faz a diferença” no futuro das crianças e das suas famílias. “O nosso compromisso é proporcionar cuidados de saúde integrados, humanos e eficazes, que potenciem as capacidades de cada criança e promovam a sua participação plena e ativa na escola, na família e na comunidade”.
A experiência acumulada faz da SIRCULOS uma referência reconhecida pela qualidade técnica, pela proximidade humana e pelo impacto positivo que tem vindo a gerar no desenvolvimento e bem-estar das crianças e jovens que acompanham, bem como no apoio às suas famílias, escolas e contextos de vida.





