Sempre estiveste ligado ao futebol. Já foste jogador, treinador e agora árbitro…
Desde sempre o futebol foi a minha paixão e sempre tive o interesse de aprender e conhecer mais sobre este desporto. Com 18 anos, quando ainda jogava em Portugal, tirei o primeiro título de treinador de futebol. Já em Andorra fui jogador da E.U Santa Coloma e assumi também as funções de treinador da equipa dos iniciados.
Entretanto, em 2012 inscrevi-me no curso de iniciação de árbitros, sempre com o objetivo de aumentar os meus conhecimentos deste mundo que amo, o futebol. Jamais me tinha imaginado agarrar num apito e ir para dentro de um campo, até porque enquanto jogador a minha relação com o homem do apito nem sempre era das melhores (risos).
Foi no mesmo ano que fiz o curso de árbitros que tive a primeira lesão grave, no joelho esquerdo (rotura dos ligamentos cruzados). O ano seguinte foi muito difícil entre recuperação, uma entorse no outro joelho e a quebra de um dente num jogo… sentia-me muito frustrado!
Em 2013 mudei de clube para o campeonato em Espanha e tive de deixar de ser treinador, o que, por outro lado, me permitiu ser nomeado para apitar jogos de outras categorias no campeonato de Andorra.
Em 2014, mais uma rotura dos ligamentos cruzados, agora no joelho direito. Este facto, o nascimento da minha primeira filha e o facto de nesse ano ter sido galardoado com o prémio de Árbitro do Ano de Andorra fizeram-me pensar muito nas minhas prioridades.
Em 2015, o Comité Técnico Árbitros de Andorra de Futebol decidiu apostar em mim e enviou-me a um curso UEFA em Nyon, o CORE (Centre of Refereeing Excellence) e foi aí que me enamorei por completo pela arbitragem.
Em 2017 realizei em Málaga as provas para árbitro FIFA, onde tive o privilégio de compartilhar
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