Terça-feira, 6 de Dezembro de 2022
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UTAD preencheu mais de 88 por cento das vagas, na primeira fase

Desde Segunda-feira e até amanhã, a UTAD está a receber as inscrições dos seus novos alunos. A primeira “fornada” de potenciais “caloiros” da Universidade transmontana ascende aos 1.182 alunos das 1.337 vagas disponibilizadas na oferta de 37 cursos. Apesar de analisar algumas “surpresas”, Mascarenhas Ferreira advertiu que “as contas só se fazem no final” do […]

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Desde Segunda-feira e até amanhã, a UTAD está a receber as inscrições dos seus novos alunos. A primeira “fornada” de potenciais “caloiros” da Universidade transmontana ascende aos 1.182 alunos das 1.337 vagas disponibilizadas na oferta de 37 cursos. Apesar de analisar algumas “surpresas”, Mascarenhas Ferreira advertiu que “as contas só se fazem no final” do processo.

 

No dia 17, foram afixadas as colocações da 1.ª Fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior que, para a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), foram bastante positivas, com 88,4 por cento das suas vagas a serem preenchidas.

Das 1.337 vagas, distribuídas pelos 37 cursos da academia transmontana, apenas 155 não foram preenchidas. No entanto, Mascarenhas Ferreira, Reitor da UTAD, lembra que o balanço desta primeira fase só pode ser feito depois de ser finalizado do período de inscrições.

“Obviamente que as contas fazem-se no fim, depois de verificar quantos dos alunos que entraram se matriculam, efectivamente, na UTAD”, sublinhou.

Apesar disso, Mascarenhas Ferreira não esconde o seu contentamento e refere que, este ano, a primeira fase de colocações “correu bastante melhor do que no ano passado. E, no ano passado, já tinha corrido bem”.

Das considerações a tecer, relativamente aos números, o Reitor sublinha, como ponto mais positivo, o preenchimento das vagas nos cursos ligados às áreas florestal e agrícola.

“É uma boa notícia, tendo em conta que representa o sinal da retoma do interesse dos estudantes por um sector importante, o sector agrário”, sublinhou Mascarenhas Ferreira, contabilizado que, mais uma vez, os cursos de Medicina Veterinária e de Biologia tiveram uma receptividade óptima, mas que o “grande sucesso” foi o preenchimento de todas as vagas, nas engenharias agronómica, florestal e zootécnica.

Os números também trazem “uma ou outra” surpresa negativa, nomeadamente a colocação de apenas dois alunos em Engenharia do Ambiente e de onze em Animação Sociocultural, em Chaves.

“Esperamos preencher essas vagas, na segunda fase”, adiantou o Reitor transmontano.

No final da afixação das primeiras colocações, ainda restam 155 vagas por preencher, nos cursos de Biologia e Geologia (7), Engenharia do Ambiente (13), Engenharia Mecânica (13), Informática (20), Matemática (17), Línguas Estrangeiras Aplicadas (11), Bioengenharia (10), Engenharia de Energias (13), Enologia (12) e Animação Sociocultural (39).

No entanto, na Segunda-feira, no mesmo dia em que milhares de alunos foram confirmar a sua entrada no Ensino Superior, outros milhares dirigiram-se, também, aos gabinetes de acesso, para se candidatar à 2.ª fase de ingresso, como foi o caso de Luís Carlos, de 19 anos, o qual, como primeira opção, escolheu a UTAD, mais exactamente o curso de Engenharia Electrotécnica e dos Computadores. Caso todos os colocados venham a efectuar a sua candidatura, o jovem, natural de Vila Pouca de Aguiar, não conseguirá entrar no curso de sua eleição, cujo último colocado entrou com 111,5 de nota.

Nesta primeira fase, o curso que contou com a média mais alta foi, mais uma vez, Medicina Veterinária (156,5), seguido de Genética e Biotecnologia (154,4) e de Reabilitação Psicomotora (150,3), sendo que o candidato que entrou com a nota mais baixa ingressou, em Enologia, com 107,8 valores.

De destacar, ainda, o sucesso do novo curso da UTAD, Engenharia de Reabilitação e Acessibilidade Humanas, que preencheu as 25 vagas disponíveis.

Segundo o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, “o número de candidatos aumentou 27 por cento, em relação ao ano de 2006 (mais 2.182 alunos)”, sendo que se encontram já colocados “41.938 estudantes de um total de 51.472 candidatos”.

Entretanto, o mesmo Ministério já avançou que será disponibilizada uma verba suplementar, de 6,5 milhões de euros, a cinco Universidades e a três Politécnicos, para “sanear dívidas”. Segundo notícias divulgadas em vários órgãos de comunicação social, “as Universidades do Algarve, Évora, Trás-os-Montes, Açores e Madeira são as que recebem a maior fatia: 5,3 milhões de euros. Os Politécnicos de Bragança, Portalegre e Viana do Castelo ficam com 1,2 milhões de euros”.

 

Maria Meireles

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