Esta equipa fará o acompanhamento permanente aos alunos, nomeadamente aqueles que revelem maiores dificuldades de aprendizagem, risco de abandono escolar e comportamentos de risco.
Segundo a autarquia, o principal objetivo passa pela intervenção e articulação de “respostas diferenciadas e ajustadas às necessidades concretas das crianças e jovens, assente numa lógica de parceria com os estabelecimentos de ensino e com os diferentes agentes locais com responsabilidades nesta matéria”.
Fátima Fernandes, vereadora da Educação e Ação Social, sublinhou que a equipa multidisciplinar já iniciou funções e vai trabalhar em articulação com o que já existe no Agrupamento de Escolas de Montalegre de forma a reforçar os métodos. “Queremos criar as melhores condições para os alunos e este grupo vai trabalhar em consonância com as famílias. Vão fazer o diagnóstico das necessidades dos alunos, que sejam impeditivas de obterem o sucesso”.
Este projeto tem a duração de três anos e no final será feita uma avaliação. “Nessa altura, penso que estaremos em condições de aferir o grau de execução e a percentagem de sucesso que possa ser alcançada. A partir de hoje, os nossos alunos têm mais uma oportunidade de conseguirem os seus objetivos. Aquilo que nos move, desde o Agrupamento de Escolas, câmara municipal, associações e a sociedade civil, é proporcionar aos nossos jovens as melhores oportunidades”.
Refira-se que os protocolos são financiados, em grande parte, pelo programa comunitário “Portugal 2020”. As medidas – para serem aplicadas até 2021 – contam com uma comparticipação do município na ordem dos 150 mil euros.




