Sábado, 3 de Dezembro de 2022
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4,7 milhões para reabilitar imóveis para habitação social

A autarquia de Mirandela vai adquirir 97 imóveis para habitação social. A verba disponível para a sua compra e reabilitação ronda os 4,7 milhões de euros

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São 97 os imóveis que a Câmara de Mirandela pretende adquirir, no centro histórico da cidade e em algumas aldeias, no âmbito da Estratégia Local de Habitação. Depois de comprados, os imóveis serão reabilitados e, posteriormente, entregues a famílias mais carenciadas.

“Dados os valores elevados do arrendamento, já temos algumas famílias sinalizadas, a quem estes imóveis poderão, depois, ser entregues”, avança Júlia Rodrigues, acrescentando que “temos 4,7 milhões de euros disponíveis para reabilitar estes imóveis e encontrar soluções para a habitação social”.

Segundo a autarca mirandelense, este valor engloba “a aquisição dos 97 imóveis e a sua reabilitação”, explicando que “quanto mais gastarmos na compra, menos dinheiro teremos para a reabilitação”.

Mas estes imóveis não serão só para habitação social. Tendo em conta que “o principal custo para uma família é a habitação, queremos ter habitação disponível a custos controlados”, revela a presidente, salientando que “sendo a habitação um direito institucional, queremos dar esse impulso”.

Nesse sentido, a autarca deixa um apelo aos proprietários e herdeiros para que “seja possível contrariar este ciclo vicioso de muitos imóveis degradados e dinamizar a zona antiga da cidade”, destacando a importância do empenho “de todos, nomeadamente das empresas que trabalham no meio imobiliário”.

De referir que a Estratégia Local de Habitação de Mirandela prevê um investimento global de 17 milhões de euros ao longo dos próximos quatro anos, sendo que o município terá apoio, a 100%, por parte do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR). A autarquia espera que, com este investimento, seja possível combater “a especulação imobiliária que existe”.

No concelho de Mirandela vivem cerca de 22 mil pessoas, das quais 571 pertencem a famílias que “vivem em condições indigna”.

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