Para o presidente da câmara municipal, Paulo Silva, e ex-comandante da mesma corporação de bombeiros, conhecedor profundo da realidade do concelho e das dificuldades com que os bombeiros se debatem diariamente, “é imprescindível garantir a capacidade técnica dos operacionais desta associação humanitária, que têm a nobre missão de acautelar, permanentemente, a segurança de pessoas e bens. A pandemia tem acarretado gastos avultados e a autarquia, enquanto entidade na linha da frente da proteção civil, é chamada a prestar e a intensificar o seu contributo”.
A autarquia reconhece “o papel fundamental dos bombeiros voluntários, numa fase em que lhes é exigido, cada vez mais qualidade e segurança no presente contexto de mitigação da Covid-19.





