Os alunos da turma fizeram registos, dos quais, apresentamos alguns:
Mais um ano, mais uma época de listas e de campanha eleitoral e mais uma eleição. Como é da praxe, no meio das propostas, houve apresentações e atuações de artistas, publicações e republicações em redes sociais. Uma lista venceu e a sua adversária, naturalmente, foi vencida. Face ao resultado, surge-me uma questão: o que justificaria então a preferência dos votantes pela lista P, oposta à lista J? E a resposta, da forma como enxergo esse fenómeno, é mais imprecisa, mais simplista – ou até de certa forma, mais complexa – do que se pode pensar e idealizar.
No programa apresentado, retive como atividades de maior interesse para mim a projeção e debate de alguns filmes e as palestras a implementar. Vou tentar assistir e participar.
Kaio Conceição
A campanha eleitoral para a “Associação de Estudantes” foi admirável, desde a planificação até às atividades que desenvolveram e que motivaram e envolveram os alunos.
As promessas/propostas feitas por ambas as listas são muito ambiciosas e interessantes, a serem concretizadas, serão um grande contributo para melhorar pequenas/grandes coisas.
A lista P, a vencedora, investe na entreajuda, inclusão e apoio no estudo através do apadrinhamento das turmas/alunos do 7.º ano pelas turmas/alunos do 12.º ano. Defendem que é fundamental insistir e sensibilizar para um ambiente com mais voluntariado e mais humanista.
A Presidente, Filipa Alexandra Anta, do 12.º I e os vice-presidentes, António Duarte do 11.º E e Sofia Nunes, do 12.º G, estiveram numa aula de História A e explicaram o programa que vão implementar. Fizeram questão de frisar que a campanha eleitoral decorreu com grande civismo e urbanidade, o respeito, entre as listas, foi mútuo. Aliás, sublinharam que fizeram a adoção de algumas das medidas que consideraram mais válidas e úteis da lista J.
As listas só são adversárias até ao ato eleitoral, a partir daí podem e devem colaborar pelo bem comum.
Maria Clara Vieira
Os dois dias de campanha eleitoral para a “Associação de Estudantes” foram sobretudo festa (concertos, pinturas faciais…), gostava de ter visto mais debate de ideias e de propostas. Não concordo com o sobrevalorizar a diversão. Afinal, todo o processo: formação de listas, campanha eleitoral, eleições e tomada de posse da nova “Associação de Estudantes” deve ser uma oportunidade para aprender a participação democrática, neste caso, dos alunos na Escola onde estudam e se formam como cidadãos esclarecidos e úteis à sociedade.
Marcos Martins
A existência de associações de estudantes nas escolas é fundamental para que os alunos sejam ouvidos nas decisões que a eles dizem respeito e na melhoria do ambiente escolar.
Gostei dos esclarecimentos que os dirigentes da nova “Associação de Estudantes” deram sobre o seu programa e considero as medidas bem estruturadas e com uma capacidade de abrangência muito boa. Ninguém foi esquecido!
Na campanha eleitoral, observei e reparei no bom ambiente e até cumplicidade entre os elementos das duas listas. A rivalidade visível foi a necessária e inerente a uma campanha eleitoral, mas não existiram tensões, nem provocações.
Conteúdo produzido pela Escola Secundária de São Pedro





