Segunda-feira, 14 de Junho de 2021
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A Vingança serve-se fria

CHAVES, 2 | PENAFIEL, 1

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Um golo de Roberto no último minuto da compensação garantiu os três pontos aos transmontanos, que desta forma encurtam distância para o topo da classificação e mantém acesa a chama de poderem disputar um dos lugares do pódio. O Penafiel, com esta derrota, fica um pouco mais afastado dessa luta, mas ainda com esperanças matemáticas.

 Se na primeira volta os flavienses saíram derrotados do Estádio 25 de Abril no último minuto, desta vez a sorte sorriu-lhes. É caso para dizer que a vingança se serve fria.

As duas equipas apresentarem-se de forma positiva na busca do melhor resultado, pelo que o jogo acabou por ser uma boa partida de futebol e com fases de domínio repartido.

Os comandados de Pedro Ribeiro foram os primeiros a assumir as rédeas do jogo, no entanto, a primeira situação de algum alvoroço foi dos flavienses na sequência de um canto, com Nuno Coelho a colocar a bola na zona de perigo sem que nenhum companheiro conseguisse desviar para as redes.

Uma perda de bola de José Gomes perante a pressão de Coronas esteve na origem do golo inaugural do encontro, com Rui Pedro, à entrada da área, a rematar forte e colocado para o fundo da baliza. 

Sabendo que o resultado não servia os seus propósitos, os flavienses chamaram a si o comando do jogo, e depois de uma ou outra ameaça acabaram por chegar naturalmente à igualdade, após a marcação de um canto, com João Teixeira, à entrada da meia-lua, a rematar colocado e fora do alcance de Emanuel Novo.

Galvanizados pelo golo, ainda antes do intervalo, o Chaves ameaçou a cambalhota no marcador aos 37’, num remate cruzado de João Correia e num cabeceamento de Guedes.

A segunda parte começou com sinal mais dos flavienses, que, aos 49’, viram Paulo Henrique colocar o peito às balas para evitar o golo de Wellington. Apesar do domínio, a equipa de Vítor Campelos não colocava verdadeiramente à prova o guarda-redes do Penafiel, cuja equipa, sempre que podia, aproveitava para colocar um ritmo mais baixo. 

Nos últimos 15 minutos, os penafidelenses subiram um pouco as suas linhas e foi a vez de terem um ligeiro ascendente que culminou numa boa situação de golo, num cruzamento remate de Simão, a obrigar Paulo Vítor a intervenção atenta. 

Quando tudo se conjugava para a divisão pontual, Roberto captou uma bola entre os centrais e rematou para o fundo das redes.

O árbitro lisboeta, Ricardo Baixinho, num jogo onde cometeu alguns erros, acabou por ter o mérito de não ter influência no resultado. ■

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