Estas duas chagas sociais são, efectivamente, duas expressões de uma cultura de morte que o iluminismo gerou, o niilismo promoveu e o pós-modernismo, tão bem reflectido na governação actual, defende e implementa.
Procriação medicamente assistida, aborto e divórcio foram discussões que o Parlamento encerrou, prepotentemente, fazendo tábua rasa de toda uma consciência colectiva que clamava reflexão séria, ponderação, bom senso e respeito pelos valores da nossa matriz cultural.
Na calha dos nossos “iluminados” parlamentares, estão, com toda a certeza, a eutanásia, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, a adopção de crianças por homossexuais e outras aberrações da natureza humana.
Diz o povo, e com razão: “Quem ventos semeia, tempestades colhe”. Que esperamos nós? Temos aquilo que merecemos!…
Desde
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