Para o novo presidente da CCDR Norte “servir o Norte é trabalhar diariamente pela coesão do território, pela valorização do seu talento e pela construção de um futuro mais próspero e sustentável para todos”.
Presente na cerimónia, o primeiro-ministro afirmou que as “CCDR cumprem o papel de “motores do desenvolvimento do país”, sublinhando que “se as autarquias locais, as câmaras municipais e as juntas de freguesia são a expressão da autonomia dos poderes públicos com as comunidades e os cidadãos, as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional são a prossecução da relação da mesma proximidade, de atenção especial e localizada do Governo Central”.
“Estamos a falar da responsabilidade dos poderes públicos a nível central gerirem de forma articulada, estruturada todo o território do país atendendo à especificidade de cada região”, acrescentou Luís Montenegro.
Afirmou ainda que “é do sucesso do trabalho destes novos presidentes que depende o futuro do país”.
Na mesma sessão foram igualmente empossados os presidentes das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional de todo o país: Ribau Esteves, no Centro, Teresa Mourão Almeida, em Lisboa e Vale do Tejo, Ricardo Pinheiro, no Alentejo, e José Apolinário, no Algarve.
Percurso de Álvaro Santos
Licenciado em Engenharia Civil, mestre em Planeamento do Território e Ambiente e doutorado em Ecologia e Saúde Ambiental, Álvaro Santos construiu um percurso sólido no domínio do desenvolvimento local e regional, do planeamento estratégico, das políticas urbanas e da gestão de projetos.
Ao longo da sua carreira, desempenhou funções como vice-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, Presidente da Porto Vivo, SRU, chefe de Gabinete do secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Regional e diretor-geral do Gabinete de Estudos e Planeamento do Ministério das Cidades. É autor e coautor de diversas publicações nas áreas da reabilitação urbana e das políticas de habitação.
Sucede a António Cunha, iniciando um novo ciclo de liderança na CCDR NORTE, num contexto marcado pelo reforço da coordenação regional, pela execução dos programas financiados pela União Europeia — designadamente o NORTE 2030 e a consolidação da estratégia do Espaço Atlântico, reforçando igualmente a cooperação transfronteiriça com as regiões da Galiza e de Castela e Leão, enquanto eixo estratégico para a competitividade, a coesão territorial e a afirmação internacional do Noroeste Peninsular.




