O encontro reuniu um total de 50 participantes, entre os quais seis sacerdotes e 44 leigos, num momento marcado pela comunhão, escuta e renovado compromisso pastoral.
Os leigos presentes, desde os mais jovens aos mais idosos, representavam a riqueza e diversidade das comunidades paroquiais. Entre eles encontravam-se acólitos, leitores, catequistas, membros de coros e de comissões fabriqueiras, e outros agentes das mais variadas áreas pastorais. Esta representatividade espelhou de forma concreta a vivência da Igreja como Corpo de Cristo, onde cada membro tem um papel essencial na construção da comunidade.
A assembleia decorreu num ambiente de recolhimento e profundidade espiritual, privilegiando o silêncio, a escuta atenta, a reflexão e a partilha fraterna. Este encontro deu continuidade ao caminho sinodal iniciado há cerca de cinco anos, reforçando a importância de caminhar juntos, discernindo os desafios e as oportunidades que se colocam à Igreja no território do Douro II.
Ao longo da tarde, os participantes foram convidados a olhar para a realidade das suas comunidades, partilhando experiências, inquietações e sinais de esperança. O espírito sinodal vivido traduziu-se num verdadeiro exercício de comunhão, onde cada voz foi acolhida como contributo válido para o crescimento comum.
No final, era visível o entusiasmo e a renovada motivação dos presentes. Inspirados pela passagem evangélica dos discípulos de Emaús, os membros saíram animados, com vontade de se fazer ao caminho, procurando reconhecer Jesus nas suas comunidades e no quotidiano da missão.
Este encontro constituiu “mais um passo significativo no percurso sinodal do arciprestado, fortalecendo laços e alimentando a esperança de uma Igreja cada vez mais participativa, próxima e missionária”.



