A Associação Académica da Universidade de Trás-os–Montes e Alto Douro (AAUTAD) está a elaborar um projecto inovador e pioneiro, a sua Certificação de Qualidade com a Norma ISO 9001, tendo como principal objectivo a sua progressão como a maior associação recreativa, cultural e desportiva da região transmontana.
Apesar desta instituição ter como principal papel a representação dos estudantes da UTAD e a defesa dos seus interesses, com a sua micro-estrutura económica, acolhe, também, um papel bastante importante no desenvolvimento regional e em todo o seu meio envolvente.
Assim, a actual Direcção decidiu pela realização da Certificação de Qualidade com a Norma ISO 9001 da Associação Académica da UTAD, conforme os requisitos da União Europeia. Uma directiva que visa dar uma maior qualidade na organização das instituições e que consiste no reconhecimento formal, por um Organismo de Certificação (entidade externa independente e acreditada).
A Certificação de Qualidade tem vantagens tanto a nível interno da empresa ou instituição, como a nível externo, a diversos níveis, actuando como um factor motivador, contribuindo para a criação de uma nova cultura, no sentido da melhoria contínua da qualidade.
Determina, ainda, a definição clara de responsabilidades e contribui para a redução de custos, devido à diminuição de desperdícios, rejeições e reclamações e incentivando a aceitação de sugestões.
Mais, ao nível externo, a certificação confere uma melhor imagem à empresa, neste caso a AAUTAD, contribuindo para atrair a confiança dos seus actuais e potenciais associados.
Assim, a Direcção da AAUTAD estará sujeita, no final do seu mandato, a uma auditoria, realizada por uma empresa externa, na qual será verificado se todos os métodos processuais e contabilísticos estão em vigor, para assim adquirir o selo de qualidade.
Também nos próximos mandatos será obrigatório este controlo, no sentido de salvaguardar a instituição, os funcionários e os próximos dirigentes, para que futuras gestões sejam inspeccionadas e fiscalizadas. Caso não sejam cumpridas as normas, os dirigentes e seccionistas correm o sério risco de serem penalizados, não só retirando-se o “símbolo” correspondente ao cartão-de-visita da instituição, mas havendo, também, a possibilidade destes terem uma série de responsabilidades civis, com fins judiciais.



