“Tenho dúvidas que, mesmo com a entrada de mais mil efectivos, a Polícia de Segurança Pública (PSP) consiga dar resposta a todas a necessidades, e as prioridades vão ser os grandes comandos”, lamentou Paulo Rodrigues, presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP), que, no dia 17, reuniu com agentes do distrito e entregou uma moção ao Governador Civil onde é reiterado o pedido de demissão do ministro da Administração Interna.
O sindicalista considera que o número de agentes que estão agora a ser formados é “insuficiente” para dar resposta a todas as necessidades e que, por isso, serão “os comandos maiores, como Lisboa, Porto e Setúbal”, os primeiros a serem reforçados.
Paulo Rodrigues considera que
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