O presidente da câmara de Boticas alertou para o facto de os contatos a pessoas que testaram positivo não estrarem a ser feitos atempadamente, e teme que isso poderá ser um fator facilitador de contágio por Covid-19.
“Por exemplo, há um aluno de uma turma, suspeito, que vai fazer o teste. Só sabe do resultado no mínimo três dias depois. Três ou quatro dias depois é que os restantes alunos da turma são contatados para ficaram confinados. Neste hiato de tempo, as pessoas andam à vontade”, exemplificou Fernando Queiroga, propondo que outros funcionários públicos de outros organismos façam “este serviço”.
Consciente de que o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Alto Tâmega e Barroso “não tem nem
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