O vice-presidente da autarquia, Vítor Ferreira, descreveu o incêndio como um dos mais exigentes dos últimos anos, sobretudo pela rapidez com que evoluiu. “A questão foi a velocidade com que avançou. Foi quase destruidor, atravessando três freguesias e obrigando a uma dispersão constante de meios para proteger as populações”, afirmou à VTM.
As maiores preocupações centraram-se na aldeia de Ribalonga, onde o fogo chegou muito perto das habitações. Apesar da ameaça, não houve casas destruídas, embora tenham ardido alguns anexos agrícolas e palheiros. “Foi um dos momentos mais delicados da operação e continua a ser uma das zonas onde mantemos maior vigilância devido ao risco de reativações”, explicou.
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