A bienal, que termina a 31 de agosto, decidiu homenagear Silvestre Pestana, com uma exposição no Museu do Côa, no ano em que este museu também comemora 10 anos.
Silvestre Pestana nasceu em 1949 no Funchal (Madeira) e é uma das figuras mais radicais da arte contemporânea portuguesa. Poeta, artista visual e performer, o artista criou desde finais dos anos 1960, através de uma grande diversidade de meios, uma prática artística irredutivelmente singular.
O evento contempla 16 exposições, conferências e oficinas, e conta ainda com a participação de 625 artistas oriundos de 64 países.
Nuno Canelas, natural de Alijó, criou a Bienal Internacional de Gravura do Douro, em 2001, sendo a única bienal de obra gráfica do país
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