Qual o motivo que o levou a fundar o Movimento Nacional de Auditoria Cidadã?
Sentia que faltava um movimento, um fórum para se debater sem haver as amarras das instituições, do poder político e do poder sindical, que muitas vezes também é corporativo. O movimento é um fórum aberto, em que toda a gente pode participar. Já nos deparamos com situações de um nível de gravidade e litigância elevado, que eu acho que atenta contra os direitos, liberdades e garantias de um Estado de direito. O objetivo é pôr a nu, quando necessário, as fragilidades do sistema.
Como foi vivido este último ano na academia transmontana com o impasse que se criou em volta da eleição do novo reitor?
É sempre difícil. Na minha situação em particular, toda a gente sabe qual é a minha posição pública. Eu estive durante quatro anos no Conselho Geral, vivi momentos interessantes, aprendi muito, mas foram criadas condições bastante adversas em muitas situações. Mas isso para mim não é propriamente uma barreira, porque se fosse assim eu tinha desistido, como muita gente desiste. As universidades que trabalham desta forma acabam por conseguir que os profissionais desistam da universidade, vindo apenas cumprir os mínimos e isso é fatal para uma instituição.
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