“Lançaram-me o desafio para dar aulas e aceitei. Criámos uma disciplina a que chamámos ‘Reflexões da Vida’. É filosofia, mas numa vertente prática, ligada ao dia a dia das pessoas”, explicou à VTM.
Com ligações familiares ao concelho, mudou-se para Armamar há cerca de dois anos, em busca de um estilo de vida mais tranquilo. “Estava saturado da agitação. As cidades estão muito caóticas e desumanizadas. Aqui encontrei um ritmo diferente e uma ligação mais próxima às pessoas e ao território”, afirma.
O envolvimento com os alunos e a dinâmica criada nas aulas acabaram por conduzir ao convite para assumir a reitoria. “Ponderei, mas senti que não fazia sentido estar aqui a viver e não partilhar aquilo que posso dar”, refere.
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