Conteúdo PatrocinadoFeira da Maça de Montanha - Um “novo ciclo” que mantém a identidade do concelho

Feira da Maça de Montanha – Um “novo ciclo” que mantém a identidade do concelho

A história da feira remonta a 2008, ano em que a iniciativa surgiu com a designação de Feira das Atividades Económicas. A primeira edição realizou–se no mercado municipal e contou com apenas 12 expositores. Desde então, o certame foi crescendo, acompanhando a evolução económica e social de Armamar e afirmando-se progressivamente como um dos principais acontecimentos do calendário do concelho. Ao longo das 18 edições, a feira ganhou dimensão, diversidade e capacidade de atração.

Armamar Maçã DR
©DR

O que começou como uma iniciativa de promoção das atividades económicas locais transformou-se num espaço capaz de reunir produtores, empresas, instituições, associações e comunidade, atraindo visitantes de diferentes proveniências. Este percurso conduz agora a uma nova etapa. Esta edição assinala um novo ciclo na evolução, onde se procurou adequar o evento à dimensão que alcançou, criando melhores condições para o futuro. A autarquia revela que as mudanças surgem na identidade visual, organização do espaço, definição dos setores representados, reforço da participação, programação, sustentabilidade e criação de novas soluções para visitantes e expositores.Também o espaço foi repensado para tornar a feira mais organizada, apelativa e funcional. Uma das principais novidades é a organização por setores de atividade económica, para reforçar a sua representação porque são eles o conteúdo e a autenticidade da feira, permitindo criar oportunidades de promoção, relacionamento e negócios.

NOVA DATA

A feira foi antecipada duas semanas no calendário e vai decorrer no próximo fim de semana. “Esta alteração permite acompanhar de forma mais próxima a época da colheita da maçã e, simultaneamente, procura aproveitar-se a maior probabilidade de condições climatéricas favoráveis”, explica a câmara em comunicado, adiantando que a experiência acumulada nas últimas edições, algumas marcadas pela chuva, mostrou que este fator condiciona muito a participação e a vivência do certame por parte de produtores, expositores e visitantes.

NOVO NOME

A mudança mais visível no imediato surge no nome, com o certame a assumir a designação Feira da Maçã de Montanha. Com esta alteração procura valorizar-se a diferenciação do produto. “A maçã de Armamar não é como tantas outras, é uma maçã de montanha, produzida num território de altitude, em condições particulares de clima e de solo, conferindo ao fruto características únicas de aroma, textura e sabor”, sustenta a câmara, liderada por Márcio Morais. Armamar é o concelho que mais maçã produz em Portugal, com uma produção anual que ronda as 100 mil toneladas, uma dimensão reveladora da importância económica e territorial desta cultura e que explica a profunda ligação entre a maçã e a identidade do concelho. Assumir a expressão “maçã de montanha” permite “valorizar não apenas o fruto que chega ao consumidor, mas também os produtores, o conhecimento associado à produção, os pomares, a paisagem agrícola e toda a economia que se desenvolveu em torno da fruticultura”. A nova designação reforça a ligação entre o produto e o território, permitindo “afirmar a sua origem e diferenciação, consolidando Armamar como Capital da Maçã de Montanha”.

NOVA IMAGEM

A nova etapa é acompanhada por uma nova identidade visual e um novo logótipo, em que a maçã assume o papel central, reforçando a ligação ao produto que está na origem da feira. As cores fortes utilizadas na identidade visual procuram transmitir a energia, a diversidade e a identidade do território. As curvas de nível presentes no logótipo remetem para a montanha, onde se encontram os pomares e onde nasce a maçã de Armamar, mas evocam também a paisagem do Douro, região da qual Armamar faz “orguhosamente” parte. O novo logótipo procura mostrar que a maçã não existe desligada do território: nasce na montanha, num concelho marcado pela paisagem duriense, pela agricultura e por uma relação profunda entre o homem e a terra. “Mais do que uma renovação gráfica, trata-se de criar uma identidade capaz de comunicar aquilo que distingue a feira e o território onde ela acontece”, explica a autarquia.

100 EXPOSITORES

Numa organização por setores, no recinto estarão cerca de 100 expositores em representação das diversas atividades económicas. “Ter mais produtores, empresas, instituições e entidades significa mais produtos, serviços, projetos e atividades apresentados aos visitantes, proporcionando uma visão mais completa da realidade económica e social de Armamar e da região”, sustenta a autarquia, que aposta também na sustentabilidade. “A 19.ª edição pretende afirmar-se como EcoEvento, integrando preocupações ambientais na organização e no funcionamento do certame. A gestão e separação dos resíduos, a sensibilização dos expositores e visitantes e a adoção de boas práticas ambientais fazem parte desta nova abordagem”. Acrescentou ainda que para um território de montanha e de forte vocação agrícola, cuidar do ambiente “é também cuidar das condições que permitem produzir, viver e desenvolver a atividade económica e a feira assume também a responsabilidade de preservar o território que está na sua origem”.

PROGRAMA

O cabeça de cartaz será Fernando Daniel, um dos artistas portugueses com maior reconhecimento e popularidade junto do público. A sua presença pretende reforçar a atratividade do certame, mobilizar visitantes de diferentes gerações e proveniências e contribuir para aumentar a projeção da feira e de Armamar. Mas a animação não se faz apenas com grandes nomes. Os grupos culturais, associações e coletividades do concelho têm um papel fundamental na programação, levando ao palco o talento, a cultura e a identidade da comunidade local. São estes grupos de pessoas que mantêm vivas muitas das tradições e expressões culturais que definem a identidade de Armamar.

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