A sessão contou com a presença de José Pereira, adjunto do comandante do Posto Territorial de Armamar, e teve como objetivo abordar o papel das forças de segurança em territórios de menor dimensão, os desafios específicos com que se deparam e a importância de estarem próximos das populações para prevenir, acompanhar e responder às diferentes realidades do território.
Segundo Sílvia Teixeira, técnica do município e membro da organização, a escolha da GNR para uma das sessões teve como principal objetivo “quebrar o gelo existente em relação à força militar da GNR e aproximar a população da instituição”.
A responsável explicou que a intenção era transmitir a ideia de que a GNR pode ser vista como um aliado e não como uma força adversária. “O que pretendíamos era que as pessoas sentissem, de facto, que do outro lado estão pessoas que as apoiam e em quem podem confiar”, afirmou, acrescentando que a população deve encarar a Guarda como “um porto seguro nas nossas comunidades e como uma força que contribui para que as pessoas possam viver cada dia com mais segurança e conforto”.
Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
ou compre apenas este artigo:
Comprar este artigo — 1,00€



