Com apoio destas entidades e participação de muitos privados e cidadãos individuais estão a caminho dos concelhos mais afetados 70 paletes de materiais de construção, 10 paletes com alimentação, oito paletes de roupa, duas paletes de bens higiene pessoal e uma palete de alimentação para animais.
Além disto, será entregue aos Bombeiros de Leiria uma quantia monetária para apoiar a reconstrução do seu quartel, bem como quatro geradores para apoio à população.
A esta onda solidaria, juntou-se ainda um empresário de Vila Pouca de Aguiar, com a cedência de lonas e o Centro Social Nossa Senhora do Extremo, de Tourencinho, com bens de primeira necessidade bem como um grupo empresarial (de Paredes-Porto), com a cedência de uma palete de tecidos impermeáveis.
Ainda no dia de hoje, os bens serão entregues nos centros de recolha para que possam chegar a quem mais precisa.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, quedas de árvores e de estruturas, cortes ou condicionamentos de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, o fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal, que provocou algumas centenas de feridos e desalojados. Leiria, Coimbra e Santarém são os distritos com mais estragos.
O Governo decretou situação de calamidade até ao próximo domingo para 69 concelhos e anunciou um pacote de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.




