“Estamos a iniciar este trabalho. Trata-se de uma forma de reconhecer esta atividade de produção das cantarinhas pela sua qualidade e pelo seu caráter tradicional, atribuindo-lhes o valor que merecem. Ainda não sei quanto tempo demora o processo, não sabemos quais as condicionantes”, explicou durante a apresentação da Feira das Cantarinhas, a mais emblemática feira da região.
O autarca acrescentou que será realizado um estudo para que se perceba a dinâmica do setor de produção de cantarinhas de forma a permitir orientações que possibilitem a preservação do artesanato regional da aldeia transmontana e contribuir para que haja mais artesãos interessados na atividade que conta, atualmente, com apenas duas artesãs no ativo.
“O Centro Interpretativo da
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