A Casa do Douro alertou hoje para as dificuldades financeiras da instituição.
“Efetivamente, estamos sem dinheiro para nada. Não temos dinheiro para água e eletricidade”, confessou Rui Paredes, pedindo ao Governo que seja posto em prática o modelo aprovado em 2024, que restaurou a Casa do Douro como associação pública de inscrição obrigatória.
O responsável pediu ao Governo que liberte a instituição das “amarras administrativas” e explicou que há constrangimentos financeiros, técnicos e institucionais que dificultam a plena execução da nova missão da Casa do Douro.
Rui Paredes alertou ainda para o edificado da Casa do Douro, que está espalhado por toda a região demarcada, e que “se está a degradar”, referindo que alguns equipamentos saíram da esfera da Comissão Administrativa do Património da Casa do Douro, e foram postos à venda pelo Estado, “sem haver o escrutínio da região”.
Notícia desenvolvida na edição de 26 de junho de 2025



