Depois de vários exames e já com poucas esperanças, já que um dos primeiros diagnósticos era para ir para os cuidados paliativos e nada havia a fazer perante um problema, que era considerado “muito grave”. Mas uma biópsia trouxe esperança. O resultado deste exame foi rapidamente encaminhado do hospital de Vila Real para uma equipa especializada do hospital de Santo António. “Quando cheguei lá, estavam vários médicos à minha volta e um deles foi claro nas palavras que me dirigiu: “Vítor, se quer ver os seus filhos a crescer e viver mais uns anos, a única solução é a amputação da perna total pela linha da virilha. Se não aceitar esta solução, é uma questão de tempo e o próximo passo é ir para os cuidados paliativos”.
Perante este cenário, Vítor Barros não pensou duas vezes, pois entre “viver e morrer, perdes uma perna, mas preferes viver”, revela à VTM, adiantando que o seu maior apoio tem sido a mulher, Ana Teresa, e os seus dois filhos.
Depois de 83 dias internado, primeiro no hospital de Póvoa de Varzim, depois em Vila Real e no Santo António, no Porto, Vítor Barros regressou a casa e os amigos dos Bombeiros da Cruz Branca organizaram um concerto solidário para o ajudar a enfrentar as despesas, uma vez que teve uma redução significativa no salário mensal, devido à baixa médica, e tem de fazer algumas adaptações na casa onde mora.
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