O deputado do Partido Social Democrata (PSD), Pedro Seixas foi voz da crítica à criação de uma nova identidade visual que, na sua opinião, nunca gerou resultados. “Se a marca de 2026 é realmente uma continuação da marca de 2017, então deve-se explicar por que razão o município pagou 22 mil euros, por uma identidade que nunca mostrou, nunca utilizou e sobre a qual não assegurou direitos suficientes para a desenvolver livremente”, referiu o deputado.
O município não adquire a marca, adquire apenas uma licença de utilização durante 12 anos, “ou seja, depois de gastar 36 mil euros, o município não fica proprietário daquilo que apresenta como a sua identidade institucional, e mesmo essa licença, não está averbada no processo do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI)”, defendeu o deputado do PSD.
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