O documento, intitulado “As riquezas de Barroso são do povo!”, considera que o processo de licenciamento da mina tem privilegiado os interesses da multinacional em detrimento das populações e do interesse nacional, acusando sucessivos governos de promoverem a entrega dos recursos naturais a grupos privados estrangeiros.
Na moção, os eleitos recordam que a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) emitiu, em 2022, um parecer desfavorável ao projeto devido aos impactos negativos sobre os recursos hídricos, ecossistemas, paisagem e qualidade de vida das populações. Embora o projeto tenha obtido posteriormente uma Declaração de Impacte Ambiental favorável condicionada, os subscritores consideram que persistem fragilidades relacionadas com os recursos hídricos, a gestão de resíduos, os impactos paisagísticos e a preservação do Sistema Agro-Silvo-Pastoril do Barroso, classificado como Património Agrícola Mundial pela UNESCO.
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