O último jogo do Mondinense terminou com uma derrota e foi um resumo daquilo que foi a época da formação de Mondim de Basto. Até aos 20 minutos, a equipa orientada por Francisco Lemos teve dificuldades em entrar no jogo, mas depois conseguiu equilibrar e chegou mesmo ao 2-3, sendo que se aos 17’ os três pontos para o Vitória B pareciam mais do que certos, a verdade é que aos 53’ o jogo ficou totalmente em aberto e com o resultado imprevisível. Apenas em cima dos 90’, o Vitória SC B conseguiu terminar com as dúvidas.
A partida começou da pior forma para a equipa da casa, com o golo de Luís Esteves quando o cronómetro não tinha sequer chegado ao primeiro minuto, num remate de belo efeito. Aos 6’, Tuca, numa infelicidade, acaba por fazer autogolo quando tentava cortar o esférico. Aos 17’, Lucas aproveitou uma saída da baliza de Luís Lobo e colocou a bola no fundo das redes para o 0-3. O jogo parecia não ter mais história. Até aqui o Mondinense só tinha criado perigo uma vez, num cabeceamento de Ivan que saiu por cima da trave. O mesmo jogador, aos 27’, apareceu em boa posição, mas Celton foi muito rápido a sair da baliza. Aos 30’, novamente Ivan, com um remate rasteiro que o guardião visitante defendeu para canto. Porém, no canto Celton acabou por ser infeliz e introduziu a bola na própria baliza. Aos 35’, Gil tentou a sorte num livre direto, mas o guarda-redes defendeu. O Mondinense acabava bem a primeira parte.
A formação da casa também começou bem a segunda parte, Tuca, aos 52’, obrigou Celton à defesa da tarde e logo no minuto seguinte, novamente através de um canto, Ivan aparece ao segundo poste e de cabeça faz o 2-3, colocando o resultado em aberto. Aos 65’, Lucas fica muito perto de bisar falhando, de forma incrível, com a baliza deserta. Na resposta, Ivan encontra Tokinho dentro da área e é Celton a evitar o empate. O Vitória B acabaria por chegar ao golo aos 89’, Gonçalo Gomes trabalha bem dentro da área e acaba com as dúvidas sobre o vencedor da partida.
O Mondinense começou mal, mas acabou por se bater bem perante um adversário poderoso, numa partida em que Francisco Lemos usou sete elementos oriundos da formação.


