Sábado, 21 de Maio de 2022

“Dinâmica e multidisciplinaridade” marcam programação do Teatro

Quase a completar 18 anos, o Teatro de Vila Real apresentou a programação para os meses de fevereiro e março, estando previstas cerca de 30 sessões performativas para todos os públicos, incluindo bebés.

Na música destaque para o concerto de Márcia, a 12 de fevereiro, e do Boreal – Festival de Inverno que regressa num formato adaptado à pandemia. No teatro há sete propostas, com destaque para dois solos protagonizados por atores bem conhecidos. “Ninguém”, retrata, pelo próprio, o percurso de António Capelo, sobe a palco a 4 de março, e “Próspero”, uma adaptação de uma peça de Shakespeare, está agendado para dia 5 de fevereiro.

No que diz respeito à sétima arte, o cinema, a programação conta com curtas metragens de animação infantil e duas longas metragens da cinematografia europeia: “Tom Medina” e “Vem e vê”, nos dias 15 de fevereiro e 24 de março, respetivamente.

Na dança, o espetáculo “Segunda 2”, de Paulo Ribeiro, é o último a subir a palco, no dia 30 de março, e assinala os 26 anos da sua primeira coreografia.

E porque março é o mês da poesia, o conceituado Pedro Lamares sobe ao palco do pequeno auditório no dia 16 com o recital “A poesia é uma arma carregada de futuro”.

Março é também o mês em que o teatro alcança a maioridade, mas quanto ao aniversário “não há, para já, nenhuma programação especial, também por força da pandemia”, explica Rui Araújo, diretor do Teatro de Vila Real, reforçando que “o teatro é seguro”.

“O último trimestre de 2021 foi a prova que as pessoas continuam com uma ânsia de assistir a espetáculos, onde tivemos vários espetáculos com sala esgotada. O início deste ano foi mais complicado, até porque era exigido teste à Covid-19, mas estou otimista para os meses que se aí vêm”, frisa.

Presente na apresentação da agenda, o presidente da Câmara de Vila Real, Rui Santos, destacou a aposta “no serviço educativo, com sete sugestões diversificadas, e em projetos locais”, reforçando que “o Teatro apresenta um programa que testemunha a dinâmica e multidisciplinaridade que inserem este espaço na importante rede de teatros portugueses”.

Já Mara Minhava, vereadora da cultura, não esconde o “orgulho” na programação do teatro, que “é muito diversificada, eclética e chega a públicos muito diferentes”, não só de Vila Real.

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