Numa conferência de imprensa, realizada no Porto, a PJ explicou aos órgãos de comunicação social que os dois detidos, de 28 e 51 anos, seriam apenas “passadores” do dinheiro contrafeito não tendo ainda sido possível referenciar a origem das notas ou desmantelada qualquer estrutura de produção das mesmas.
Realçando que “em Portugal não se transaccionam quantidades de dólares contrafeitos tão elevadas”, a mesma fonte da PJ explicou que o destino seriam países de Leste e africanos.
A PJ concluiu ainda que entre as notas apreendidas é possível identificar dois tipos diferentes de falsificação. Com “números de séries diferentes” e datas de fabrico distintas, a Polícia Judiciária está agora a investigar “a afinidade com outras apreensões anteriores”.
Esta foi
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