Produzir o melhor vinho português através de métodos ancestrais de gravitação, é o propósito deste empresário francês que vai investir no Douro 10 milhões de euros. Construiu também uma adega e uma casa rural, tendo recorrido aos melhores meios tecnológicos para aliar a tradição dos vinhos durienses à excelência. Para atingir os seus objetivos, contratou o enólogo João Nicolau de Almeida (filho de João Nicolau de Almeida, da Ramos Pinto).
A Casa (Domaines) dista cerca de 3 km da adega e possui um design moderno e luxuoso. Ao mesmo tempo, replantou vinha e apostou nas castas tradicionais. Neste projeto está presente a associação de técnicas ancestrais com os métodos mais modernos de enologia e viticultura. Marcante é a plantação de um hectare de vinha com castas brancas. A ideia passa pela produção de vinhos de alta qualidade, sem recurso a uvas de terceiros, repetindo o conceito de “domaine” francês. É sem dúvida um passo importante para reforçar o Douro nos destinos nacionais e internacionais.
Hoje com 68 anos, Roger Zannier, decidiu dar o nome de “Quinta do Pessegueiro” porque foi a primeira que comprou no Douro, apesar de a adega se situar mais próxima da Quinta da Teixeira.
A quinta tem nove hectares e fica situada no vale do rio Távora. Este projeto é uma espécie de “Rolls Royce” do Douro, com capacidade para produzir até 200 mil garrafas, entre vinhos tranquilos e vinho do Porto.
A Quinta da Teixeira, também do empresário francês, fica um pouco mais abaixo, já perto do rio, mesmo em frente à Quinta da Romaneira.
De referir que, Roger Zannier já detém o Château Saint Maur, na Provença, possui um hotel no Camboja e um chalet na estância de esqui de Megève, em França. O grupo Zannier é o líder mundial do sector têxtil infantil, faturando anualmente mais de 1 bilião de euros.





