Segunda-feira, 15 de Agosto de 2022

Empresários confiantes no ano de 2015

Mais de 70 por cento das empresas inquiridas num estudo da NERVIR revelaram as suas “expectativas positivas”. Relativamente a 2014, o resultado foi positivo para a maioria dos empresários

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A maioria dos empresários e gestores vila-realenses prevê um aumento da atividade das suas empresas em 2015, essa é uma das conclusões de um estudo divulgado, no dia 10, pela Associação Empresarial de Vila Real – NERVIR.

Segundo mais uma edição do Barómetro da Atividade Empresarial da NERVIR, 71 por cento dos mais de 100 inquiridos está confiante de que este ano trará uma aumento da sua atividade.

“Em 2014 esta expectativa positiva apenas era referida por 48 por cento dos inquiridos. Reduz-se também, e de forma substancial, o número de empresas que esperam uma diminuição da atividade (3 por cento em 2015 face aos 16 por cento de 2014)”, revela o estudo promovido pela associação vila-realense.

As conclusões revelam ainda que “é nos setores dos transportes e no agrícola que esta perspetiva de crescimento é mais acentuada”, sendo de sublinhar que “a distribuição das respostas que indicam uma perspetiva de aumento é relativamente independente da dimensão das empresas”.

Também no que se refere ao emprego o cenário é positivo, com a maioria dos inquerido (65 por cento) a revelar que “haverá uma manutenção” ou mesmo um aumento (34 por cento) no número de postos de trabalho.

Para o presidente da NERVIR, Luís Tão de Barros, o otimismo dos empresários “é natural”. “O empresário tem de acreditar nas estratégias que define e implementa nas suas empresas. Ainda assim é de realçar estas conclusões e é importante assegurar que a envolvente económica contribua para reforçar esta perspetiva”, explicou em comunicado.

O dirigente associativo lembra que existe fatores com impacto nas empresas, como “os impostos e os custos com a energia e combustíveis”, e que por isso devem ser alvo de uma redução, de forma a contribuir para “a possibilidade de sucesso das empresas”.

Luís Tão de Barros defendeu ainda ser essencial que os novos fundos comunitários de apoio ao investimento “se adeqúem às reais necessidades das empresas e possam contribuir decisivamente para o seu fortalecimento, em particular no que se refere às micro e pequenas empresas do Interior, que são a base da economia da região”.

Segundo os dados do Barómetro da NERVIR, “a maioria das empresas (58 por cento) registaram em 2014 um aumento da sua atividade, tendo 19 por cento mantido o nível de 2013 e 23 por cento registado uma diminuição”.

Das empresas que registaram um crescimento, com destaque para o setor agrícola, a maioria refere que esse aumento variou entre 11 e 49 por cento.

Desde de 2013 que a NERVIR desenvolve o Barómetro Empresarial, uma iniciativa que visa avaliar, esporadicamente, aspetos considerados importantes para o conhecimento da realidade do distrito.

“Conhecer a realidade da vida das empresas é fundamental para a estruturação de políticas de apoio ao seu desenvolvimento e fortalecimento, como motores que são da economia e das regiões. É igualmente importante para as próprias empresas pois contribui para a definição de estratégias, quer individuais, quer setoriais”, explica a associação empresarial.

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