Ao que foi possível apurar, a mulher é uma engenheira florestal que estava a proceder à limpeza do seu próprio terreno, tendo contratado três homens para fazer o trabalho, com recurso à técnica das queimas. O terreno era constituído por pinheiro bravo e tinha um mato denso, o que terá levado ao descontrolo da queima, que rapidamente se alastrou e acabou por consumir cinco hectares de mancha florestal, como explica a PJ em comunicado. “O incêndio, ocorrido no dia 27 de abril de 2018, cerca das 13h30, consumiu uma área de cerca de 5 hectares de mancha florestal, constituída, maioritariamente, por pinheiro bravo e mato”.
O comunicado acrescenta ainda que o incêndio colocou “em perigo uma vasta mancha
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