Sábado, 17 de Abril de 2021

Estações da CP transformadas em residências de estudantes

O Governo e CP celebram na quinta-feira um protocolo em que várias estações e outras instalações desativadas vão ser disponibilizadas para serem convertidas em residências de estudantes com capacidade “entre 300 a 500 camas”.

O ministro do Ensino Superior, Manuel Heitor, indicou hoje, à margem de uma conferência no Instituto Politécnico, que será assinado na quinta-feira “um primeiro protocolo para um conjunto de instalações dos Caminhos-de-Ferro, na zona entre Lisboa e Sintra”.

A parceria insere-se no Plano Nacional de Alojamento para estudantes lançado pelo Governo que visa aproveitar e reconverter edifícios do Estado desocupados em residências de estudantes, com o propósito de criar mais 12 mil camas numa década.

O protocolo que será celebrado com a CP, na presença dos ministros do Ensino Superior, Infraestruturas e vários reitores, visa aproveitar as estações desativadas para aumentar a oferta na zona da Grande Lisboa, onde os custos do alojamento são “um grande problema”, como apontou o secretário de Estado do Ensino Superior, Sobrinho Teixeira.

O protocolo que será celebrado com a CP, na presença dos ministros do Ensino Superior, Infraestruturas e vários reitores, visa aproveitar as estações desativadas para aumentar a oferta na zona da Grande Lisboa, onde os custos do alojamento são “um grande problema”, como apontou o secretário de Estado do Ensino Superior, Sobrinho Teixeira.

Ao abrigo deste plano, está prevista também a quase duplicação das pouco mais de 400 camas existentes atualmente em Bragança, mas desconhece-se ainda quando é que a execução terá início.

O presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), Orlando Rodrigues, explicou que a instituição fez o trabalho de identificação de vários edifícios em Bragança, Mirandela, Macedo de Cavaleiros e Chaves, cidades onde tem oferta formativa.

Ao todo serão mais 300 camas, mas o presidente do IPB não tem, até ao momento, “conhecimento de que haja previsão para arranque das obras”, que vão aumentar a oferta de alojamento aos cerca de nove mil alunos, um terço dos quais internacionais.

O secretário de Estado explicou que em relação a esta região, estão a ser feitos os estudos e pensa que “em menos de 15 dias” haverá resultados, seguindo-se “as componentes de licenciamento e de autorização da parte dos municípios.

“Estamos a prever que seja iniciado antes do final deste ano letivo, com um prazo de obra de cerca de um ano e três meses, e que se possa disponibilizar ainda em 2021 para os estudantes”, declarou, indicando que o investimento necessário “ainda está em análise”.

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