Esta será uma intervenção que, segundo a autarca, deverá exigir um investimento significativo, tanto em termos financeiros como de tempo, apesar dos trabalhos já realizados pelo município para preparar as candidaturas para a declaração de prejuízos causados por tempestades na Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte. A câmara continua sem receber apoios, situação que também, segundo a presidente, se verifica entre os privados.
A demora começa a ser uma preocupação acrescida perante a aproximação de um novo período de inverno. “Desde o inverno e agora estamos no verão” que as terras se encontram “muito secas”, apontou Sílvia Silva à VTM. A autarca explica que o município tem conseguido resolver ou remediar algumas situações, mas permanecem intervenções estruturais por concretizar, nomeadamente ao nível de manilhas, encaminhamento definitivo de águas e drenagens, que exigem investimentos superiores à capacidade financeira da autarquia.
“Há obras de fundo que deveriam ser feitas de uma vez por todas” e “o dinheiro não chega para tudo”, lamentou Sílvia Silva, alertando que algumas das situações que permanecem por resolver poderão voltar a verificar-se com a chegada do próximo inverno.
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