O evento “MADRILUSA – Interculturalidade Que Cria Futuro”, que se realiza amanhã no Auditório Paulo Quintela, a partir das 14h30, tenta colocar migrantes, que ganham peso em Bragança, na rota de empresas e instituições para responder à falta de mão-de-obra no território.
Segundo a organização, “o encontro pretende mostrar o que já está a acontecer no terreno e aproximar migrantes, empresas e instituições, com foco em soluções concretas, como a feira de emprego e integração para migrantes”. Além disso, tem como objetivo articular o “trabalho em rede e sinergias na zona norte do país”.
A abertura institucional contará com Pedro Rego, vice-presidente da Câmara Municipal de Bragança, António Santos, presidente da Câmara Municipal de Vimioso e vice-presidente da CORANE, e Miguel Torres, vice-presidente da Federação Minha Terra, acompanhada por uma atuação do Grupo de Dança Tradicional de Timor-Leste.
O programa inclui ainda um debate sobre a nova realidade migratória em Portugal, com participação de Orlando Rodrigues, presidente do Instituto Politécnico de Bragança, Fátima Castanheira, do Serviço Diocesano das Migrações e Minorias Étnicas, entre outros.
A meio da tarde, será apresentado o projeto e a plataforma Madrilusa, seguindo-se novo momento de troca de ideias antes de Isabel Ferreira, presidente da Câmara Municipal de Bragança, finalizar o evento.
O evento é promovido pela CORANE – Associação de Desenvolvimento dos Concelhos da Raia Nordestina, em parceria com a Federação Minha Terra – Federação Portuguesa de Associações de Desenvolvimento Local, a ADRITEM – Associação de Desenvolvimento Regional Integrado das Terras de Santa Maria e a ADRACES – Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro-Sul.
Em Bragança, o projeto Madrilusa acompanha atualmente cerca de 120 jovens migrantes, num total de mais de 750 participantes na região norte.





