Foi a 4 de abril que o Ministério Público (MP) deduziu acusação contra 123 arguidos (43 dos quais sociedades) por fraude na obtenção de subsídios ou subvenção qualificada e de branqueamento, revelou a Procuradoria Geral Distrital (PGD) do Porto na sua página da internet, na semana passada.
A juntar a estes crimes, o à época diretor das Finanças de Vila Real, Nuno Coelho Chaves, a mulher deste, contabilista em Chaves (considerada o cérebro do esquema), e um cunhado, ex-funcionário da ADRAT, foram igualmente acusados de associação criminosa, a par de mais oito arguidos.
A acusação foi conhecida 15 anos após a suposta atividade criminosa e cinco anos depois de o esquema ter sido descoberto pela Polícia Judiciária (PJ).
Para o MP, era este grupo familiar que liderava a atividade criminosa que levou à obtenção de fundos comunitários relativos a 20 projetos, que resultou em dividendos de mais de 2,2 milhões de euros.
Artigo exclusivo PREMIUM
Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.
Se já é PREMIUM,
Aceda à sua conta em Entrar






