Quarta-feira, 17 de Agosto de 2022

Fogo em Bustelo obriga a retirar 60 crianças de parque de campismo

O incêndio que deflagrou na sexta-feira em Bustelo, no concelho de Chaves, obrigou hoje a retirar, preventivamente, 60 crianças que se encontravam no Parque de Campismo do Açude, anunciou o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil

-PUB-

Em conferência de imprensa na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em Carnaxide, Oeiras, André Fernandes referiu que este incêndio, “o mais preocupante” em curso, afetou já uma habitação.

O fogo, que teve início pelas 14:45 de sexta-feira, na zona da aldeia de Bustelo, entrou em fase de resolução cerca das 02:00 de hoje, mas sofreu uma reativação esta tarde, pelas 14:45.

André Fernandes referiu, cerca das 20:15, que este incêndio, no distrito de Vila Real, “vai ser reforçado com mais 111 operacionais, que já estão a caminho”.

“A questão do incêndio de Chaves tem a ver com as condições meteorológicas ao longo do dia: vento forte e errático, ou seja, não tinha um quadrante propriamente definido, o que foi abrindo o incêndio em várias frentes e em vários focos de incêndio”, explicou.

“É um incêndio que não afeta só uma área. Afeta três áreas distintas e acaba por ser isso e também a dispersão de meios que foi neste momento feita para fazer a salvaguarda das pessoas e também das habitações”, acrescentou.

Quanto à evolução do incêndio em Chaves, André Fernandes disse que é preciso ”esperar pela noite, pela janela meteorológica que vai existir”.

“Para que no terreno, também com o apoio do combate indireto, nomeadamente máquinas de rasto e a equipa de análises do fogo, validarem a estratégia para conseguirem fechar e estabilizar o incêndio o máximo possível durante a noite, para depois, durante o dia de amanhã [domingo] dar-se início então àquilo que são as manobras de estabilização e de rescaldo do incêndio”, explicou.

-PUB-

APOIE O NOSSO TRABALHO. APOIE O JORNALISMO DE PROXIMIDADE.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo regional e de proximidade. O acesso à maioria das notícias da VTM (ainda) é livre, mas não é gratuito, o jornalismo custa dinheiro e exige investimento. Esta contribuição é uma forma de apoiar de forma direta A Voz de Trás-os-Montes e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente e de proximidade, mas não só. É continuar a informar apesar de todas as contingências do confinamento, sem termos parado um único dia.

Contribua com um donativo!

COMENTAR FACEBOOK

Mais lidas

A Imprensa livre é um dos pilares da democracia

Nota da Administração do Jornal A Voz de Trás-os-Montes

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Subscreva a newsletter

Para estar atualizado(a) com as notícias mais relevantes da região.