Apesar de ter mais de 170 funcionários, a adesão à greve, convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL), foi “fraca”, pelo menos no período da manhã, afetando sobretudo o infantário, onde 50 por cento das funcionárias não compareceu ao trabalho.
Uma das grevistas, Manuela Alves, referiu que um dos problemas é a “não progressão na carreira”. “Tenho 33 anos de serviço e continuo a ganhar o salário mínimo. Além disso, os salários são pagos sempre com atrasos e nunca podemos contar com eles. Este mês pagaram, porque sabiam da greve”.
“É uma situação complicada, pois não sabemos com aquilo que podemos contar ao final do mês. Uns meses vem outros não vem, outros vem metade, isto não é solução nenhuma”, revela outra funcionária, Isabel Alves, que trabalha ali há 27 anos e
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