Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2025
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Homem suspeito de duplo atropelamento e fuga

Um homem, na casa dos quarenta anos, residente no Bairro da Azenha, é suspeito de fuga, após duplo atropelamento de uma mulher, de 25 anos. Tudo aconteceu pelas 17.30 h de Quinta-feira, quando Catarina Ribeiro, residente em Godim, funcionária da Casa do Douro, ao atravessar a passadeira, em frente do Centro Comercial “Sírius”, foi colhida […]

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Um homem, na casa dos quarenta anos, residente no Bairro da Azenha, é suspeito de fuga, após duplo atropelamento de uma mulher, de 25 anos.

Tudo aconteceu pelas 17.30 h de Quinta-feira, quando Catarina Ribeiro, residente em Godim, funcionária da Casa do Douro, ao atravessar a passadeira, em frente do Centro Comercial “Sírius”, foi colhida por um Fiat Uno branco, cujo condutor, depois de um primeiro embate, “voltou a passar-lhe por cima”, conforme contou Ana Ribeiro, a sua mãe. O condutor ter-se-á posto em fuga, ficando o corpo da vítima prostrado no chão e rodeado de alguns populares, indignados pelos contornos do atropelamento.

“Ela não perdeu a consciência, mas não se lembra do rosto do condutor. Tudo foi muito rápido. Foi um milagre a minha filha ter-se salvo” – disse Ana Ribeiro.

Um helicóptero do INEM foi solicitado, para o transporte da senhora ferida, para o Hospital de Santo António, dado que “no Centro Hospitalar de Vila Real, naquela altura, não havia neurocirurgião”.

Depois de assistida na unidade de saúde portuense, a uma fractura de uma vértebra, ferimentos na nuca e algumas outras contusões ligeiras, Ana Ribeiro foi conduzida para o Centro Hospitalar de Vila Real, de onde teve alta, durante a parte da manhã do dia seguinte, regressando a casa, por volta das 12 horas.

Entretanto, o suspeito apresentou-se no posto da GNR de Peso da Régua, alegando que alguém lhe tinha roubado o carro, enquanto estava a pescar, na zona do cais fluvial, precisamente a viatura envolvida no atropelamento.

Um argumento que não convenceu os militares da GNR que endossaram o caso para a PJ, que acabaria por o deter.

A revolta está instalada, na família da vítima.

“Só queremos que seja feita justiça e que se castiguem assassinos deste género. Atropelar e fugir não se faz!” – disse a mãe da vítima.

O suspeito não tinha seguro automóvel. Foi presente, no dia seguinte, no Tribunal Judicial de Peso da Régua, ficando a aguardar, em liberdade, a evolução do processo, mas sujeito a apresentações periódicas, no posto da GNR local.

 

Jmcardoso

 

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