É um dos mais importantes investimentos privados feitos em Trás-os-Montes na área da saúde e até final deste ano deverá entrar na sua fase operacional. O Hospital Terra Quente, em Mirandela, tem várias valências e a sua entrada em funcionamento será faseada. Primeiro, serão disponibilizadas as consultas programadas. Depois as consultas urgentes, o internamento hospitalar e o funcionamento dos blocos operatórios. A última fase será a mais importante em termos estruturais, ou seja, a entrada em funcionamento da Unidade de Cuidados Continuados e a Residência Sénior.
Esta unidade hospitalar, de iniciativa privada, tem a Câmara de Mirandela como um dos acionistas, sendo que as obras já estão em fase de conclusão e cerca de 20 colaboradores estão em processo de formação.
O Hospital está orçado em cerca de 17 milhões de euros, estando previstas a criação de 140 camas e serão criados cerca de 100 postos de trabalho. Recorde-se que, na altura, a autarquia decidiu participar no capital social do grupo privado até ao valor do terreno e das taxas de construção, numa verba a rondar os 500 mil euros, ficando com um lugar no Conselho de Administração.
O início do funcionamento desta unidade faz lembrar a situação do Hotel do Parque, em Vila Real, que aponta também para um hospital privado, mas que afinal, ao que parece, a implementação do projeto não saiu do papel.
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