O negócio surgiu pelas mãos do sogro de Humberto Silva. Após a sua morte, Humberto e os cunhados tomaram conta do negócio e, desde então, tem sido sempre a crescer.
“Têm sido anos de muito trabalho”, até porque “aqui na Torre somos o único posto de combustível. O mais próximo fica a uns 10/15 quilómetros”, revela, indicando que, atualmente, se dedicam, também, à distribuição de combustível e gás.
Apesar do constante sobe e desce no preço dos combustíveis, Humberto admite que “é um negócio que ainda vale a pena”, apesar de estar cada vez mais desertificado”.
Além da falta de gente, a empresa lida com outros desafios, como o aumento do número de carros elétricos, motivo pelo qual “estamos a pensar instalar aqui um posto de carregamento. Vamos lá ver como corre”.
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